Obesity rise plateaus in developed nations and accelerates in developing nations

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Obesity rise plateaus in developed nations and accelerates in developing nations

Obesity rise plateaus in developed nations and accelerates in developing nations
2026
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Ficha da publicação

Nome da publicação: Obesity rise plateaus in developed nations and accelerates in developing nations

Autores: NCD Risk Factor Collaboration (NCD-RisC)

Fonte: Nature

Publicado em: 2026

Tipo de arquivo: Artigo de periódico

Tipo de estudo: Revisão

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Resumo

Global reporting of obesity is commonly based on comparisons over multiple decades1 and lacks a granular and systematic analysis of its dynamics. We used 4,050 population-based studies with measured height and weight data on 232 million participants to assess the worldwide dynamics of obesity from 1980 to 2024. The rise in obesity decelerated in school-aged children and adolescents throughout the 1990s in many high-income countries, and subsequently plateaued in most at age-standardized prevalences spanning 20 percentage points, from 3–4% for girls in Japan, Denmark and France to 23% for boys in the USA. There were indications of a small decline in obesity in children and adolescents in some high-income western countries (for example, Italy, Portugal and France) since the 2000s. Similar trends were seen in some countries in Central and Eastern Europe. In adults, the rise in obesity slowed down in high-income western countries about a decade after children, followed by a plateau or possibly a small reversal of the rise in some countries (for example, Spain). In most low-income and middle-income countries, the annual absolute change in prevalence has remained stable or increased over time, even though prevalence has surpassed that of high-income countries. These highly varied dynamics suggest that the social, economic and technological trends that influence the availability, affordability and use of different foods may have helped control the rise in obesity in high-income countries, but require policy interventions in low-income and middle-income countries.

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Por que o tema é relevante?

O aumento da obesidade ocorre de forma contínua em diferentes regiões do mundo e está associado a desigualdades sociais, econômicas e ambientais. Esse cenário afeta países de alta, média e baixa renda, evidenciando uma transição nutricional global e o chamado “duplo fardo da má nutrição”, marcado pela coexistência entre obesidade e desnutrição. 

Qual é o objetivo do estudo?

Analisar as trajetórias da obesidade em crianças, adolescentes e adultos em 200 países e territórios entre 1980 e 2024.

Quais as principais conclusões?

Foram analisados dados de 4.050 estudos populacionais de 197 países e territórios, de 1980 a 2024, para compreender tendências globais de longo prazo e fornecer evidências para formulação de políticas públicas.
A prevalência da obesidade aumentou de forma consistente entre adultos, crianças e adolescentes, embora a velocidade de crescimento varia entre países e regiões. Alguns países passaram por crescimento precoce e sustentado da obesidade, enquanto outros apresentaram aceleração mais recente, especialmente em países de baixa e média renda.
A obesidade passou a aumentar em regiões em desenvolvimento, refletindo mudanças globais nos sistemas alimentares, urbanização acelerada, aumento do consumo de alimentos ultraprocessados e redução da atividade física cotidiana. Além das desigualdades sociais e econômicas, onde grupos populacionais mais vulneráveis frequentemente apresentam maior risco de obesidade e menor acesso a medidas preventivas eficazes.
Além do “duplo fardo da má nutrição”, em que obesidade e desnutrição coexistem dentro de um mesmo país ou população. Essa condição é particularmente preocupante em países de renda baixa e média, onde a transição nutricional ocorre rapidamente e sem adequada estrutura de políticas públicas.
Por fim, a obesidade deve ser manejada com políticas estruturais amplas e sustentadas como programas escolares de promoção da saúde, rotulagem nutricional, políticas de incentivo à alimentação saudável, redução do comportamento sedentário e promoção da atividade física em nível comunitário.